Denunciante Constante
| Narco brasileño muerto en las favelas del Complexo da Coréia.
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5,00 | Em mais uma ação de repressão ao tráfico de drogas no Complexo da Coréia – composto pelas favelas Coréia, Vila Aliança, Rebu, Taquaral e Jabour, que cortam os bairros Senador Camará, Realengo e Bangu – na Zona Oeste do Rio, agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 14º BPM (Bangu) foram recebidos a tiros por criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de entorpecentes na região. No confronto, o traficante Juarez Mendes da Silva, o Aranha, morreu. Outros três homens também morreram no tiroteio. Um deles foi era conhecido como Moranguinho e outro como Tabacão. Os policiais se dirigiram até a localidade após informações repassadas pelo Disque-Denúncia (2253-1177). Os PMs apreenderam um fuzil Colt AR-15 calibre 5,56 de fabricação americana, uma sub-metralhadora HK modelo MPK-5 calibre 9 milímetros, de fabricação alemã, uma pistola LHAMA calibre 45 ACP, de fabricação espanhola, uma Pistola Norinko calibre 9 milímetros, de fabricação russa, uma pistola Ruger calibre 9 milímetros, fabricada nos Estados Unidos e um giroscópio semelhante aos usados pela Polícia, além de quatro rádios transmissores iguais aos usados pela policia e um cinto de guarnição. No dia 4 de fevereiro, policiais civis realizaram uma operação no local atrás de Aranha e outros dois comparsas: Márcio da Silva Lima, o Tola, 28 anos, e Leonardo Fragoso da Silva, o Léo Vascão. Os dois assumiram o controle da venda de entorpecentes na área após a morte do traficante Robson André da Silva, o Robinho Pinga, em dezembro de 2007, e eram considerados os criminosos mais procurados pela Polícia do Rio até fevereiro, quando Léo Vascão foi morto em confronto com PMs. Na ocasião, agentes da Delegacia de Repressão às Armas e Explosivos (Drae) localizaram a residência de Aranha em uma viela próxima à Estrada do Taquaral: uma casa de três andares com duas suítes, dois aparelhos de televisão 29 polegadas, microondas, ar condicionado, máquina de fliperama e azulejos em todos os pisos. Em frente, a área de lazer do traficante, ainda em construção: uma piscina para adultos, além de uma infantil, e churrasqueira. Para dificultar a chegada da Polícia ao imóvel, criminosos montaram barricadas nos principais acessos à rua e construíram um parque com brinquedos para crianças no meio da via, impedindo a travessia de viaturas. Em uma das portas do armário no quarto do traficante, os policiais encontraram remédios que seriam prescritos a pacientes portadores da Síndrome da Imunodeficiência Adqüirida (Aids). Em setembro do ano passado, a Unidade Municipal de Atendimento Primário Doutor Sílvio Barboza, localizado na Rua Rodrigues de Freitas, em Senador Camará, ficou fechado por mais de uma semana. Na ocasião, o traficante invadiu o posto de saúde e obrigou que o diretor lhe entregasse os nomes das moradoras da comunidade que eram portadoras do vírus HIV. A intenção era descobrir qual delas teria sido a responsável por contaminá-lo e se vingar da mesma.           |